domingo, 14 de setembro de 2008

Eclipse do amor

Amam-se com certeza,
Mas não podem se tocar,
Relutam a cada dia para poder se beijar,

Em vão, não conseguem,
Anos e anos sem se entrelaçar,
Sucumbem em sua jornada.
Por que não se encontrar?

Ainda bem que existe o eclipse
Para poderem se amar,
Poucos minutos é verdade,
Mas que na vida melhor não há.



Autor: Igor Monteiro.

3 comentários:

lara disse...

Existe um filme q inspirou essa poesia neh? depois passa lá no meu blog: http://pintandoasunhas.zip.net/
abraços.

Sara Albuquerque disse...

Já escrevi sobre isso. ^^ Na verdade, fiz uma frase. Eclipses são realmente fascinantes. Acho que é a paixão envolvente do céu e da lua que os torna tão bonitos. No início, quando comecei a ler o texto e vi: "nunca se tocam, relutam em se beijar", eu imaginei uma moeda, onde a Cara quer beijar a Coroa. Mas, ao contrário dos nossos seres celestes, eles não se encontram nunca mesmo. A não ser que alguém tenha coragem de quebrar a moeda!

rsrsrs. (Voei, né?)

Abraços.

Celamar Maione disse...

Igor
Obrigada pela sua visita ao meu blog.
Amei sua poesia.
Intensa.
Parabéns !
Vou entrar na comunidade
do orkut.
Obrigada pela dica.
Abração

 
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